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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Banco católico pede desculpas por investir em armas, cigarros e pílulas


BBC Brasil
"Um banco católico alemão pediu desculpas por comprar ações de indústrias de armamentos, cigarro e pílulas anticoncepcionais.

Uma reportagem da revista alemã Der Spiegel revelou que o Pax Bank havia investido 580 mil euros (cerca de 1,5 milhões) em ações da BAE Systems, empresa britânica de armamentos.

O banco também investiu 160 mil euros (cerca de R$ 425 mil) na fabricante americana de anticoncepcionais Wyeth e 870 mil euros (R$ 2,3 milhões) em empresas de cigarro.

Em nota, o Pax Bank pediu desculpas por 'não manter seus padrões éticos'." [Mais]

sábado, 15 de novembro de 2008

Japão ultrapassa limites de emissões fixadas em Kioto

M'zONe
"As emissões de gases do efeito estufa do Japão no último ano fiscal, que terminou em março, subiram ao recorde de 1,37 bilhão de toneladas de dióxido de carbono, superando os limites fixados pelo Protocolo de Kioto.

Segundo o relatório publicado nesta quarta-feira pelo Ministério do Meio Ambiente japonês e citado pela agência Kyodo, esse aumento representa um valor 8,7% acima do nível de 1990, ano de referência marcado pelo Protocolo de Kioto. [Leia+]


'O Protocolo de Kioto solicitava ao Japão que diminuísse suas emissões de gases do efeito estufa em 6% entre 2008 e 2012, comparado aos níveis de 1990.'"

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Web 2.0: uma sociedade conectada por redes virtuais

COMPUTERWORLD
"O tema Web 2.0 e as redes sociais talvez sejam os principais assuntos que vemos na mídia e em eventos. Já li dezenas de artigos e vários livros que tentam explicar o que são redes sociais e o poder da 'inteligência coletiva'. Muitos são interessantíssimos, mas no fim do dia vemos que todos nós ainda estamos aprendendo. Ninguém sabe exatamente para onde e como as redes sociais irão transformar a sociedade.

E pior, muitas vezes o assunto é abordado apenas nos círculos restritos ao contexto tecnológico. E muitos fornecedores de tecnologias tentam vender Web 2.0 aos executivos de TI, como se fosse apenas mais uma ferramenta. Mas Web 2.0 não é vendida para a área de TI.

A Web 2.0 é a mola impulsionadora das redes sociais que estão provocando uma revolução na sociedade e nos negócios, potencializando a criação de modelos de negócio inovadores e inéditos. Ignorar a capacidade de ruptura das redes sociais e se concentrar apenas no viés tecnológico é, na minha opinião, um grande erro.

E quem está no cerne das redes sociais? Nós!" [Mais.]

Banco americano Lehman Brothers se declara em quebra após 158 anos


G1
"O banco de investimento Lehman Brothers, quarta entidade dos Estados Unidos, pôs fim hoje a 158 anos de história nos quais superou a Guerra Civil americana, a crise ferroviária do final do século XIX, a Grande Depressão após a Crise de 1929 e o desastre do Long Term Capital Management, em 1998.

A empresa, fundada em 1850 pelos irmãos Henry, Emanuel e Mayer Lehman, em Montgomery (Alabama), representa, com seus US$ 613 bilhões em dívidas, uma das maiores quebras dos EUA, à frente da do WorldCom, em 2002, e da Drexler Burnham Lambert, especialista em hipotecas 'subprime' e que se declarou em quebra em 1990.

O banco, que dispõe de ativos no valor de US$ 639 bilhões, é um gigante com 25.935 funcionários distribuídos em 61 escritórios espalhados pelo mundo todo.

(...) Há cinco meses, o executivo-chefe do Lehman Brothers, Richard Fuld, avisou os acionistas que o pior aindaestava por vir.

(...) As ações da empresa acumularam, na última semana, uma queda de 77,4%, chegando aos US$ 3,65. No final de 2007, os títulos do quarto maior banco de investimento dos EUA eram negociados a US$ 65,44, o que significa que este ano caíram 94,4%.

Com o resgate do Bear Stearns pela JP Morgan, a quebra do Lehman Brothers e a compra da Merrill Lynch pelo Bank of America, restam somente dois grandes bancos de investimento americanos intactos após a crise: Goldman Sachs e Morgan Stanley." [Mais.]

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Anatel estuda transformar banda larga em um serviço público

COMPUTERWORLD
"A banda larga poderá se tornar um serviço público no Brasil, para que haja um melhor controle da qualidade e do atendimento. A possibilidade foi avaliada na sexta-feira (22/08), em reunião do Conselho Consultivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com representantes das operadoras de telefonia.

Hoje, a banda larga é regulamentada como um Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), ou seja, como serviço privado. Esta semana, a indicada pelo governo para compor o Conselho Diretor da Anatel, Emília Ribeiro, defendeu que a banda larga passe a ser um serviço público no país." [Mais.]

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

No mundo real, gravadora contrata músico virtual pelo Second Life

M'zONe
"O músico Von Johin nasceu em Nashville, capital do Tennessee, Estados Unidos. Como muitos cantores de blues, ele percorre o Sul do país, tocando em pequenas casas de espetáculo e clubes.

Mas, toda quarta-feira, Johin troca os palcos da vida real por seu pequeno estúdio, na periferia de Nashville. Trancado nele, e acompanhado apenas por um violão Gibson J200, microfone e computador, Johin toca ao vivo para uma platéia de avatares no Second Life (SL).

Foi numa dessas apresentações virtuais que o músico acabou descoberto por dois caçadores de talento da gravadora Reality Entertainment.

“Nunca um personagem virtual tinha assinado contrato com uma gravadora do mundo real”, disse Warren Croyle, presidente da Reality Entertainment, à revista Wired. Von Johin é famoso no SL por suas apresentações emocionantes.

No palco virtual do Blue Note Club, casa hospedada na ilha French Quarter (249, 62, 23), os shows de Johin começam às 22 horas (horário de Brasília) e se estendem por quase duas horas, dependendo da disposição e dos pedidos feitos pelo público." [Mais.]

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Internet móvel: a banda larga da Claro em 40 cidades brasileiras

INFO Online
"Nas contas da Claro, a cobertura de 3G da operadora já alcança uma população de 35 milhões de pessoas, espalhadas por 40 cidades brasileiras. Mas o que vem por aí para aproveitar o 1 Mbps de velocidade nominal nos celulares e modems?

Nos bastidores da operadora, um time de cerca de 30 pessoas trabalha para identificar novos serviços para a banda larga móvel, das videochamadas à TV por streaming. Até fevereiro, quem comandou essa operação foi o engenheiro eletrônico Marco Quatorze, de 43 anos, diretor de serviços de valor agregado e roaming da Claro. Ele conversou com a INFO de malas prontas para o México, onde agora responde pelo lançamento de novos serviços de todo o grupo mexicano América Móvil, o controlador da operadora brasileira.

INFO - Qual é a cobertura da rede 3G da Claro hoje?

QUATORZE - Começamos com o 3G em novembro, nas cidades de Recife, Fortaleza, Brasília e na região de Porto Alegre. Em dezembro, lançamos o serviço em São Paulo e no Rio de Janeiro. Hoje são 40 cidades — e suas regiões metropolitanas. Cobrimos aproximadamente 35 milhões de pessoas com a rede 3G.

A que velocidade dá para navegar?

Na prática, estamos prometendo uma velocidade de até 1 Mbps. A rede está preparada para chegar a até 3,6 Mbps, mas essa é a velocidade máxima teórica.

Quantos modelos de celulares suportam o 3G?

Temos disponíveis nove aparelhos, dois modems e uma placa PCMCIA.

Que novos serviços vão surgir?

O que tem chamado mais a atenção é a videochamada, que permite fazer a ligação com transmissão de vídeo de um celular para outro. Para isso, os dois aparelhos precisam ser 3G e ter o recurso de videochamada — além de estar dentro da zona de cobertura da rede 3G. Na tela do celular aparecem duas imagens: a maior mostra o que o outro telefone está mandando e a menor, no cantinho, mostra o que está sendo enviado.

Que outros serviços estão ganhando terreno com o 3G?

A internet móvel em banda larga vem tendo grande aceitação. Com um modem que se conecta ao laptop e pode ser levado para qualquer lugar, o usuário pode acessar a internet a 1 Mbps, desde que esteja numa zona de cobertura 3G. E é muito fácil e rápido usar serviços como o Google Maps porque dá para carregar mapas com grande nível de detalhes numa velocidade muito boa. Por isso, a internet móvel está ganhando cada vez mais espaço.

E a TV no celular?

Esse é outro serviço disponível em 3G. Não é TV digital; é streaming, no conceito de IPTV. No 3G, a imagem chega a 15 quadros por segundo. Nós temos acordo com vários canais (Bloomberg, CNN International, MaxxSports, Fashion TV, Cartoon Network, Climatempo, Discovery Móvel, A&E e History Channel), mas o serviço não está tendo muita procura dos usuários. É que as pessoas querem os canais nacionais e as emissoras de TV — com exceção da Band — não estão com muita disposição para oferecer esse serviço. Elas querem ir para a TV digital. Só que a TV digital no celular tem um problema: ainda não existe um aparelho compatível com o padrão de TV digital do Brasil que funcione também como telefone.

Mas a Globo está fazendo testes com um modelo da Samsung...

Sim, mas o aparelho só vai ser fabricado se houver demanda. O problema é que o padrão de TV digital escolhido para o Brasil é baseado no ISDB japonês e o padrão de telefonia celular que nós usamos — o GSM — é europeu. Essa combinação não existe no mercado. O GSM não é usado no Japão e o ISDB não é utilizado na Europa. Então, vai ser preciso fazer um aparelho especificamente para o Brasil. E nós somos um mercado pequeno em relação ao mundo. Isso cria um problema de escala, que vai ter que ser resolvido — o que pode levar um pouco mais de tempo e custar muito mais caro. [Mais.]


Empresas de tecnologia começam a oferecer produtos e serviços ecologicamente corretos


ZeroHora
"A crescente preocupação em torno de posturas de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental vem atingindo em cheio o setor da tecnologia da informação (TI). O reflexo de como o tema vem ganhando importância já pode ser visto em soluções adotadas por empresas para suavizar o impacto ambiental e reforçar a imagem de marcas ecologicamente responsáveis.

Uma dessas companhias é a fabricante de computadores Lenovo, que lançou a família de PCs ThinkStation, desenvolvida com 50% de plástico reciclado. As máquinas da série também oferecem um aproveitamento otimizado da energia elétrica, segundo o fabricante.

Na semana passada, a Dell também lançou, nos EUA, uma linha de mini PCs ecológicos, a Hybrid. Com quase metade do tamanho de um desktop convencional, as máquinas consomem 70% menos energia e têm 95% do gabinete feito de material reciclado.

A Sony, como forma de convencer fornecedores e colocar toda a cadeia produtiva em sintonia com a questão ambiental, eliminando substâncias consideradas nocivas, lançou em 2002 o programa Green Partner.

A HP também desenvolve ações ambientais. Desde 2002, a companhia tem programas de coleta de baterias, cartuchos de tinta e equipamentos obsoletos para reciclagem. Além disso, tornou-se pioneira no país ao reaproveitar papéis usados em testes de qualificação das suas impressoras para transformá-los em calços de polpa, usados nas embalagens no lugar de isopor - derivado do petróleo e muito poluente.

Outro material que vem sendo combatido pelo forte impacto que tem no ambiente é o chumbo, utilizado há décadas pelo setor de eletrônicos.

No entanto, no meio dessa "corrida verde", o alto consumo de energia elétrica ainda é um dos principais problemas. Conforme o instituto de pesquisas Gartner, até 2009 a conta de luz ocupará o segundo lugar entre as principais despesas operacionais em 70% dos data centers (locais que abrigam os computadores de grande porte) das corporações." [Mais.]

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Amazônia pode virar savana a partir de 2050, dizem especialistas

JB Online
"SÃO PAULO - O Brasil se vê na responsabilidade de cuidar mais do meio ambiente do que os seus vizinhos, principalmente pelo fato de hospedar em seu território a parte mais expressiva da maior floresta tropical do mundo.

O debate ambiental no país ainda está longe da efetividade que poderá salvar a Amazônia e, por tabela, ajudar a manter o aquecimento global sob controle. Mesmo assim, o manejo da floresta não escapa de perspectivas sombrias.

'Nós estimamos que, com o andar da carruagem do aquecimento e do desmatamento, já em 2050 nós teríamos os sinais claros de savanização da Amazônia', disse o especialista em mudanças climáticas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Carlos Nobre.

(...) 'Com a savanização você teria uma grande redução na distribuição de chuvas que a Amazônia faz para várias regiões da América do Su', comentou o coordenador do Programa de Mudanças Climáticas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Paulo Moutinho, que vê também conseqüências negativas para o agronegócio e para o potencial hidrelétrico da região.

O desmatamento é o carro-chefe das emissões brasileiras dos gases do efeito estufa. De acordo com alguns especialistas, o Brasil cairia da 4ª para a 18ª posição entre os maiores emissores caso a destruição da floresta fosse tirada da conta." [Mais.]

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Rodada Doha: Entenda o impacto do fracasso das negociações

BBCBrasil.com
"Depois de mais de uma semana de reuniões em Genebra, na Suíça, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, confirmou nesta terça-feira o fracasso das negociações para um acordo de liberalização do comércio mundial no âmbito da Rodada Doha.

A reunião em Genebra era considerada decisiva para a Rodada Doha, que foi lançada há sete anos com o objetivo de diminuir os entraves ao comércio internacional, mas estava paralisada devido a divergências sobre o nível de abertura em setores de interesse de países ricos e pobres.

Até agora, as discussões têm esbarrado principalmente no tamanho dos cortes de subsídios à agricultura por parte dos países desenvolvidos e no quanto o comércio de serviços pode ser liberalizado.

Um dos pontos mais polêmicos é o quanto os países ricos aceitam remover suas barreiras a produtos agrícolas exportados pelos países pobres.

Também há divergências sobre o quanto as nações em desenvolvimento aceitam abrir seus mercados para bens manufaturados e serviços.

Há uma corrida contra o relógio para se chegar a um acordo. Os envolvidos nas negociações gostariam de fechar um acordo antes que o novo presidente americano assuma o poder, em 2009.

O novo presidente dos Estados Unidos pode querer fazer mudanças na política comercial do país, e qualquer acordo sem a participação da maior economia do mundo seria bastante enfraquecido – ou mesmo inútil, segundo analistas." [Mais.]

terça-feira, 29 de julho de 2008

Lula visita Argentina em plena tensão bilateral, diz 'La Nación'

BBCBrasil.com
"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega à Argentina neste domingo em 'plena tensão bilateral', afirma uma reportagem publicada nesta quarta-feira no jornal argentino La Nación.

Segundo o diário, a tensão entre os dois países se deve às diferenças de posição entre Brasil e Argentina nas negociações da Rodada de Doha e aos novos conflitos comerciais relacionados à farinha argentina e à redução alfandegária adotada pelo Brasil.

'Lula será o primeiro chefe de Estado a visitar sua parceira Cristina Kirchner depois da crise do setor agrícola, mas chegará justo quando há diferenças entre os dois países', diz o jornal.

'Talvez não seja o melhor momento para que o presidente brasileiro venha à Argentina, mas chegará, de qualquer forma, no domingo', afirma o La Nación.

Apesar dos conflitos no setor comercial, o La Nación destaca que a expectativa do encontro entre Lula e Cristina Kirchner, agendado para segunda-feira, é que os líderes fechem acordos comerciais durante a reunião.

"O governo argentino pretende equilibrar um pouco o grande déficit no intercâmbio industrial com o Brasil", diz o jornal, citando os setores estratégicos identificados pela Argentina." [Mais.]

Lula nega 'traição' a G-20 na OMC e diz que diferenças existem

Estadao.com.br
"LISBOA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva amenizou neste sábado, 26, o clima de discórdia no bloco dos países emergentes com a decisão do governo brasileiro de romper com África do Sul, Argentina e Índia nas negociações da Rodada Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Em entrevista, ele negou ter abandonado os aliados tradicionais quando aceitou acordo de flexibilização de tarifas e novas regras comerciais com a União Européia e os Estados Unidos. 'O Brasil não quebrou nenhuma solidariedade', afirmou. 'O (G-20) não sairá rachado, porque isso não faz parte da estratégia que montamos.'

(...) O chanceler Celso Amorim justificou a aceitação por parte do Brasil do projeto de acordo na Rodada Doha da OMC e negou que isso tenha criado um mal-estar com a Argentina. Amorim disse que, ainda que os dois países sejam sócios no Mercosul, "cada um julga com sua própria cabeça". O ministro afirmou que se reuniu neste sábado com seu colega argentino, Jorge Taiana. "Não me pareceu que tenha havido um mal-estar", declarou.

No entanto, o chefe da delegação argentina em Genebra, Alfredo Chiaradia, disse à France Presse que a posição brasileira nas negociações causou tensões dentro do Mercosul. "Não por nossa causa", ressalvou o representante argentino." [Mais.]

Negociações da Rodada Doha fracassam com impasse agrícola

Estadao.com.br
"GENEBRA - As negociações para salvar a Rodada Doha de liberalização do comércio fracassaram, afirmaram negociadores nesta terça-feira, 29, depois que China, Estados Unidos e Índia não chegaram a um acordo com relação às regras de importação agrícola.

A representante de Comércio dos Estados Unidos, Susan Schwab, afirmou que os diplomatas não conseguiram dar o passo final nas negociações. "Estávamos tão perto de fechar um acordo, mas não conseguimos fazê-lo hoje", disse ela.

De acordo com as fontes citadas pela AP, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, comunicou aos participantes que não houve acordo. Elas comentaram que a falta de entendimento entre EUA, China e Índia com relação às salvaguardas às importações agrícolas acabou definitivamente com qualquer esperança de avanço na negociação.

Outras fontes também afirmaram que as negociações globais de comércio em Genebra fracassaram, sem acordo. 'Parece que acabou', afirmou um diplomata britânico, que pediu para não ser identificado." [Mais.]

Entenda o que está em jogo na Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio

Estadao.com.br
"Ministros de cerca de 35 países estão reunidos em Genebra, na Suíça, desde o dia 21 de julho, para dar continuidade às negociações da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC). O encontro em Genebra é considerado a última chance de se obter um acordo de liberalização do comércio mundial, pelo menos neste ano.

Foram literalmente milhares de horas de negociações. O mediador do acordo no setor industrial, Don Stephanson, calculou que manteve reuniões por 2 mil horas para fazer sua proposta.

Desde 2001, o processo foi interrompido em várias ocasiões, seja por motivos políticos ou incapacidade dos negociadores de superar impasses técnicos. "

A Rodada Doha da OMC foi lançada em novembro de 2001, na capital do Qatar, com o objetivo de obter maior liberalização do comércio mundial. Quase sete anos depois, os países envolvidos nas discussões ainda não conseguiram chegar a um acordo.

Até agora, as discussões têm girado principalmente em torno do tamanho dos cortes nos subsídios à agricultura por parte dos países desenvolvidos e no quanto o comércio de serviços pode ser liberalizado.

Um dos pontos mais polêmicos é o quanto os países ricos aceitam remover suas barreiras a exportações agrícolas dos países pobres. Também há divergências sobre o quanto as nações em desenvolvimento aceitam abrir seus mercados para bens manufaturados e serviços. [Mais.]

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Wikipedia inspira criação de projeto coletivo de carro elétrico

Yahoo! Notícias
"HELSINQUE (Reuters) - Depois da wikipedia, vem aí o wikicarro. A 'eCars -- Now!' é uma comunidade finlandesa na Web que procura aplicar a abordagem coletiva usada pelos colaboradores da enciclopédia online Wikipedia na conversão de carros a gasolina para carros elétricos. O primeiro deles deve estar rodando ainda este ano.

O fórum alega ser o primeiro do tipo no mundo, e deseja oferecer uma alternativa ao que seus membros percebem como lentidão nos setores de petróleo e automóveis.

O grupo está trabalhando de acordo com a tradição dos projetos de software de 'código aberto' como o sistema operacional Linux, criado por um finlandês e que hoje desafia o domínio da Microsoft.

'Se conseguirmos muito sucesso, ajudaremos a criar projetos semelhantes em todo o mundo, com os quais poderemos compartilhar o que sabemos', disse Jukka Jarvinen, um participante do projeto, que acrescentou que esquema semelhante estava sendo lançado na Dinamarca. 'Estamos esperando criar um movimento mundial', afirmou.

Os carros elétricos vêm enfrentando dificuldades para superar vendas minúsculas de veículos muitas vezes fantásticos, mas que chegam ao mercado a custos proibitivos." [Mais.]

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Indústria química britânica anuncia etanol 'feito de lixo'

G1
"Uma empresa britânica anunciou nesta segunda-feira ter tecnologia para começar a produzir etanol a partir de lixo biodegradável em escala industrial dentro de dois anos.

A química Ineos Bio afirma que será possível usar lixo biodegradável municipal, lixo orgânico comercial e resíduos de agricultura, entre outros, para a produção do combustível.

Segundo a empresa, a tecnologia já foi testada em um projeto piloto nos Estados Unidos.

'Planejamos produzir quantidades comerciais de combustível de bioetanol de lixo para ser usado como combustível para carros dentro de dois anos', afirmou Peter Williams, diretor executivo da Ineos Bio.

A transformação se opera em três estágios. Primeiro, o lixo é superaquecido para a obtenção de gás.

Este gás é usado para alimentar bactérias anaeróbicas (biocatalizadoras) que produzem o etanol.

No estágio final, o etanol é purificado para ser usado como combustível puro ou misturado à gasolina." [Mais.]

sábado, 12 de julho de 2008

Um dos maiores bancos dos EUA, IndyMac sofre intervenção do governo federal

BBCBrasil.com
"Um dos maiores bancos especializados em hipotecas dos Estados Unidos, IndyMac, sofreu uma intervenção do governo, em uma das maiores falências bancárias da história do país.

O órgão regulador de bancos, Agência de Supervisão de Instituições de Poupança (Office of Thrift Supervision, OTS), disse que os correntistas retiraram mais de US$ 1,3 bilhão do IndyMac nos últimos 11 dias e as autoridades decidiram passá-lo para a administração da Sociedade Federal de Seguro de Depósito (FIDC, na sigla em inglês).

O banco, com sede no Estado da Califórnia, vai reabrir na segunda-feira sob controle federal, com um custo às autoridades estimado em US$ 4 a US$ 8 bilhões de dólares." [Mais.]

terça-feira, 25 de março de 2008

Porto Alegre receberá fórum internacional do software livre



M'zONe
Com presença confirmada de Jon 'Maddog' Hall, diretor-executivo da Linux Internacional e um dos principais nomes do movimento pelo software livre, a cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, se transformará, em abril, na capital brasileira do software livre.

Entre os dias
17 e 19 de abril a cidade gaúcha receberá a nona edição do Fórum Internacional do Software Livre (FISL), evento em que desenvolvedores, estudantes, profissionais, entusiastas e usuários discutirão novidades e soluções a base de plataformas de código aberto.

"Durante o evento, serão realizadas palestras e workshops, e em paralelo acontecerão ainda a terceira edição do Encontro Nacional do Ubuntu Brasil, o Encontro Jabber-BR e a sexta edição do Encontro Comunitário do BrOffice.org", informou a agência Fapesp. [Mais.]

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Aquecimento global não está na pauta das maiores empresas do mundo


Li lá na M'zONe: "Uma pesquisa realizada pela consultoria Accenture, divulgada pelo jornal britânico The Independent, revelou que o aquecimento global ainda não faz parte da pauta das maiores empresas do mundo."

Os resultados apontaram que "mais da metade dos empresários consultados encaram as mudanças climáticas como um fator que pode trazer a
ltos custos para seus negócios".

Que tragédia! Nove em cada dez das 500 lideranças empresariais pesquisadas não inclui o aquecimento do clima como prioridade. Como é que pode, com tudo isso que está acontecendo, que as empresas não se sentam responsáveis?

O pior é que a pesquisa, que avaliou os projetos ambientais de empresas na Inglaterra, EUA, Alemanha, Japão, Índia e China, foi realizada entre as maiores empresas do mundo.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Estados pobres pagam cinco vezes mais por remédio no Brasil

M'zONe
Levantamento feito por jornal paulista encontra variação de preço de 414%. Tudo depende de como a droga é adquirida pelos governos.

O preço dos remédios que os governadores compram para abastecer as farmácias públicas varia e muito conforme o Estado. Um governador chega a pagar cinco vezes mais que outro pelo mesmo medicamento.

É o caso do micofenolato mofetil, droga que deve ser tomada por transplantados para evitar a rejeição do novo órgão. Enquanto São Paulo paga R$ 1,59 por comprimido, o Acre desembolsa R$ 8,17. Uma variação de 414%.

O governo paulista e o gaúcho gastarão até o final deste ano praticamente o mesmo valor de R$ 5,5 milhões para comprar o micofenolato mofetil para seus pacientes, mas São Paulo atenderá 2.603 transplantados. O Rio Grande do Sul, apenas 1.850.

Essas diferenças foram constatadas por um levantamento feito pelo jornal "O Estado de S. Paulo" nas Secretarias Estaduais de Saúde. Das 27 secretarias, 14 informaram quanto pagam aos fabricantes ou aos distribuidores (AC, TO, CE, RN, PI, SE, BA, MT, MG, SP, ES, PR, SC e RS). As diferenças variam de 23,5% a 414%.

A atorvastatina cálcica, indicada para o tratamento do colesterol, custa R$ 5,49 para o Acre e R$ 3,05 para Mato Grosso. O mesmo comprimido de 10 mg cai para R$ 2,54 quando o comprador é a Bahia e para R$ 2,47 quando é São Paulo.

Há vários motivos para a brutal diferença. Paga menos quem compra diretamente dos fabricantes, e não por intermédio de distribuidores.

O preço também cai quando a compra é feita por pregões online (leilões em que o valor dos lances, em vez de aumentar, diminui). “É mais fácil quando você não entra em negociação pessoal com cada um dos vendedores”, diz o secretário de Saúde do Paraná, Gilberto Martin.

O motivo mais forte, concordam as Secretarias de Saúde e as indústrias farmacêuticas, é a lei do mercado: paga menos quem compra mais.

O Acre, por exemplo, fornece ribavirina para 119 pacientes de hepatite. São Paulo, para 3.641. Por isso, para cada comprimido, o Acre desembolsa o dobro do valor pago por São Paulo.