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Poluir pra quê, quando lindas peças podem ser feitas a partir de sucatas de computadores? [Mais.]
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim." (Chico Xavier)


Foi lançada na rede a campanha Internet for Peace (I4P), que afirma que o prêmio Nobel da Paz deve ser concedido à internet, homenageando cada usuário que integra a rede mundial.
O grupo que está por trás da iniciativa afirma ter finalmente percebido que a internet é muito mais que uma rede de computadores, e sim uma rede infinita de pessoas, vindas de cada canto do mundo, além de uma ferramenta para a paz, por meio do diálogo, da aceitação e da participação dos indivíduos.
O idealizador do projeto é Riccardo Luna, editor-chefe da Wired Itália, que também pertence ao time de embaixadores, composto por Chris Anderson, editor-chefe da Wired EUA e David Rowan, editor da Wired britânica, além de Shirin Ebadi, Nobel da Paz de 2003, Umberto Veronesi, cientista e cirurgião italiano e pelo renomado estilista italiano Giorgio Armani.
(...) O criador do prêmio, o químico e inventor sueco Alfred Nobel, acreditava que ele deveria ser entregue a quem “tivesse feito a maior ou melhor ação pela fraternidade entre as nações, pela abolição e redução dos esforços de guerra e pela manutenção e promoção de tratados de paz". [Mais.]

Nas cidades, existe a urgência de reestruturação na área de transportes. 'Tem gente que mantêm dois ou três veículos para driblar o rodízio. São as principais fontes de emissão que devem ser focadas. O transporte é uma delas', diz a professora de direito ambiental internacional faculdade de direito da USP de Ribeirão Preto, Gisele Araújo.
Planejamento em reciclagem também é outro aspecto que contribui no combate às mudanças climáticas, além da conscientização de uso dos recursos hídricos, da energia elétrica, e da contenção do petróleo.
O consumidor consciente deve checar a procedência das madeiras dos móveis, adotar eletrodomésticos que tenham o selo de economia de energia, investir em casas ecológicas (com aquecimento solar, por exemplo), e reduzir o consumo de embalagens.
'Nosso futuro passa por uma redução de consumo necessariamente. Vai haver superpopulação no planeta [estima-se que, em 2050, haja 9 bilhões de pessoas no mundo] e, portanto, mais uso de água, de energia e de espaço', diz Gisele Araújo, professora de direito ambiental internacional faculdade de direito da USP de Ribeirão Preto." [Mais.]

